quarta-feira, 21 de outubro de 2015

3º concurso de banda desenhada

http://chilicomcarne.blogspot.pt/2015/10/3-concurso-de-banda-desenhada.html


Instruções (não muito complicadas):
Para quem? 
Para Sócios da CCC com as quotas em dia - não é sócio? então é clicar neste LINK.

O prémio é monetário? 
É sim! 500 paus! 500 Euros!
Para além de que o trabalho será publicado!
E, para a próxima edição, o vencedor é convidado a fazer o cartaz e a integrar o júri!

Quem decide o vencedor?
Uma parte da actual Direcção da Associação Chili Com Carne e o vencedor da edição passada - a saber: Amanda Baeza, Marcos Farrajota, Afonso Ferreira, Dileydi Florez e José Smith Vargas.
O Júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio caso não encontre qualidade nos trabalhos propostos.

Datas?
5 de Fevereiro 2016 é a entrega dos projectos!
14 de Fevereiro 2016 é anunciado o vencedor!
O livro é publicado em 2017!?

 Regras de apresentação dos trabalhos
- O livro não tem limite de páginas e de formato mas porque desejamos inseri-lo nas nossas colecções já existentes - Colecção CCC, QCDA, LowCCCost, THISCOvery CCChannel - o projecto terá mais hipóteses de ganhar se for apresentado num formato das colecções.
- Preferimos o preto e branco mas a cor não está totalmente afastada!
- Envio do seguinte material:
a) texto de apresentação do(s) autor(es),
b) sinopse do projecto
c) planeamento por fases (com datas)
d) envio de 20% do total da BD, sendo que o mínimo serão 4 páginas seguidas e acabadas e 16 planeadas.
- Todos estes elementos devem ser entregues em PDF, em serviço de descarga em linha (sendspace, wetransfer,...) cujo endereço deve ser enviado para o e-mail ccc@chilicomcarne.com

Que projecto pode ser apresentado? 
- Uma BD longa de um autor ou com parceiros
- Um livro com várias BDs do mesmo autor (desde que tenham uma ligação estética ou de conteúdo)
- Uma antologia de vários autores com um tema comum

Boa sorte!
CCC
Este projecto têm o apoio do IPDJ


domingo, 11 de outubro de 2015

Serene Velocity 1970 ERNIE GEHR (SHORT FILM)

https://www.youtube.com/watch?v=gIOzprxGt04

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Saiba quem são os maiores financiadores dos partidos

A família Mota, da Mota-Engil, está no topo dos donativos. Deu o máximo permitido por lei tanto ao PS, como ao PSD e ao CDS em anos de eleições. Luís Champalimaud também foi generoso.
Os maiores financiadores dos partidos políticos são empresários, muitos com negócios com o Estado. E há mesmo quem financie mais do que um partido ao longo de vários anos.
Depois de o Presidente da República ter pedido no 5 de outubro maior transparência no financiamento partidário, o Observador consultou os processos das contas dos partidos do poder, PS, PSD e CDS, para lhe dizer de onde partem os donativos e a angariação de fundos.
A família dona da construtora Mota-Engil distribuiu cerca de 95 mil euros entre PS, PSD e CDS entre os anos de 2004, 2005, 2008 e 2009. António Manuel Mota, Maria Manuela Vasconcelos Mota, Maria Paula Vasconcelos Mota Meireles e Maria Teresa Vasconcelos Mota Neves da Costa são quatro dos dirigentes do grupo Mota-Engil que aparecem com maior frequência nos donativos aos partidos políticos.
Todos estes quatro membros da família deram dinheiro ao PS, PSD e CDS, registados no exercício dos partidos, em anos de eleições legislativas. António Manuel da Mota, chairman do grupo Mota-Engil, é mesmo um dos principais financiadores dos vários partidos, tendo doado mais de 32 mil euros aos três partidos.
O Observador tentou obter um comentário dos membros da família Mota sobre estes donativos, mas tal não foi ainda possível.
Com ligações ao Grupo Mota-Engil aparece ainda o nome de Carlos Manuel Marques Martins, presidente da Martifer, empresa da qual a Mota-Engil é acionista. O presidente da empresa doou cerca de 10.000 euros ao PS e ao PSD em 2004 e 2005.

Distribuir o bem pelas várias aldeias

Mas há mais famílias mãos largas para os partidos. No topo da tabela entre os que mais dão a partidos, estão dois membros da família Neiva de Oliveira: Adalberto Neiva Oliveira e Tiago Neiva de Oliveira.
Os dois empresários do Grupo Cabelte, da área da energia e telecomunicações, são os que abriram mais o cordão à bolsa e distribuíram 75 mil euros em donativos no ano de 2009. Nas contas declaradas ao Tribunal Constitucional, encontram-se donativos ao CDS (5.000 euros), PSD (20.000 euros) e ao PS (50.000 euros registados nas contas da campanha eleitoral para as legislativas).
Adalberto Oliveira é mesmo o maior doador singular a vários partidos, tendo distribuído 40.000 euros em 2009. Uma justificação para a disponibilidade do empresário poderá ser o facto de já ter feito parte do mundo da política. Adalberto Oliveira foi deputado da Aliança Democrática entre 1979 e 1983. Tiago Neiva de Oliveira está também na parte de cima da tabela com 35.000 euros.
E quem doa uma vez, doa duas ou três. Depois dos dois empresários da família Neiva de Oliveira, António da Silva Rodrigues é o empresário que mais distribui por vários partidos. O presidente daSimoldes, a empresa líder na construção de moldes para automóveis na Europa, de Oliveira de Azeméis, deu ao todo 32.750 euros ao PS, PSD e CDS entre 2008 e 2009 (pode ter dado ao mesmo tempo, mas os partidos registam em contas de anos diferentes).
No topo dos empresários que dão 30 mil euros ou mais, aparece um empresário desconhecido, João Crisóstomo Silva, que deu 20 mil euros à campanha para as legislativas do PS em 2005, mas em 2009 aparece como doador nas listas do PSD, com um valor de 10 mil euros.
tabela_doadores (3)

Financiar rima com família

Financiar partidos políticos é obra de família, seja ao mesmo partido ou a partidos diferentes. Nas contas que o Observador consultou (campanhas legislativas 2005 e 2009 e contas anuais dos partidos 2004, 2005, 2008 e 2009), há várias famílias que dão largos donativos aos partidos.
Luís Melo Champalimaud e a mulher, Andrea Dahmer Baginski Champalimaud, deram quase 32 mil euros em 2009 ao PS e ao PSD. O empresário da Cimentos Liz, e herdeiro da família Champalimaud, deu o máximo permitido por lei para as contas anuais do partido (25 vezes o IAS – Indexante de Apoios Sociais), 10.625 euros ao PSD e outros tantos ao CDS. A mulher deu o mesmo ao PSD.
Na lista dos que jogam em mais do que um tabuleiro no que aos financiamentos diz respeito, há ainda dois empresários do grupo Adriparte (com ligações à construtora Monteadriano, que entretanto foi assumida pelo Vallis, um fundo detido pelos principais bancos portugueses): Carlos Alberto Alves Gonçalves e Luís Manuel Vieira Santo Amaro. Estes dois homens deram exatamente o mesmo a cada partido: 9.000 euros ao PS cada (registados em 2004) e 7.500 euros cada ao PSD (registados em 2005).
Contudo, estes donativos são feitos pelos empresários em nome individual e não pela empresa que dirigem ou que detêm. Os financiamentos feitos por empresas são proibidos por lei, contudo, o Tribunal Constitucional tem estado atento ao financiamento indireto. Foi o que aconteceu em 2002, quando a Entidade das Contas considerou ilegal um financiamento da Somague ao PSD, no valor de 233 mil euros. Na época, José Luís Arnaut, secretário-geral do partido assumiu a responsabilidade, dizendo, no entanto, desconhecer o procedimento que levou o partido a aceitar esse financiamento.

Os apoios polémicos que deram que falar no PS

Entre os donativos feitos diretamente ao partido ou às campanhas eleitorais, o Observador contou 1.388 donativos acima de mil euros, nove deles acima de 20.000 euros.
O limite máximo dos donativos para as campanhas eleitorais é maior do que para as contas anuais dos partidos: até 60 vezes o IAS em vez de 15 IAS. Foi o que fizeram seis doadores em relação ao PS, nas duas campanhas de 2005 e 2009. Na campanha de 2011, o partido de José Sócrates já não inscreveu donativos tão elevados.
Mas é só mesmo este partido que é possível escrutinar, porque tanto PSD como CDS não registaram nos processos os nomes de quem deu dinheiro para as campanhas eleitorais de 2005, 2009 ou 2011. Aliás, o CDS nem registou qualquer donativo na última campanha e o PSD registou 160 euros de Lucinda Dâmaso, a presidente da UGT.
donativos_campanhas_eleitorias
O dono da Delta e o dono do Grupo Semapa são os dois nomes que mais deram dinheiro ao PS em 2005. O comendador alentejano, Rui Nabeiro, injetou nas contas da primeira campanha eleitoral de José Sócrates 22.645 euros, à data, o máximo permitido por lei. Mas não é, nos nomes registados, o que mais contribuiu.
O dono do grupo Semapa, Portucel e SecilPedro Queirós Pereira, é um tradicional contribuinte para as contas socialistas. Em 2005, deu os 22.645 euros para a campanha e em 2009 contribuiu para a conta do partido com 10 mil euros, o máximo permitido para quem dá diretamente ao partido político.
Além destes nomes mais conhecidos, Ernesto Mendes Ribeiro, atual presidente da Sagestamo e à época gestor privado, doou 20 mil euros, o mesmo que o empresário João Crisóstomo Silva e que outra desconhecida, Maria Celeste Ramalho Martins.
Nestas eleições, o PS registou 64 doadores acima de mil euros (dado o volume de informação disponível, o Observador restringiu a análise mais fina aos doadores que entregaram mais de mil euros, os restantes nomes foram apenas verificados e não trabalhados).
Nas legislativas de 2009, que Sócrates ganhou, o PS recebeu donativos de apenas oito pessoas.
Nas campanhas para as legislativas de 2004, o PS de José Sócrates recebeu três donativos de valor máximo permitido por lei: 25 mil euros. As contribuições foram feitas por Rui Pedro Soares, Adalberto Neiva Oliveira e Tiago Neiva Oliveira.
Pela pesquisa do Observador, houve três donativos no valor máximo permitido por lei, 25 mil euros. Um deles foi feito por Rui Pedro Soares, à época administrador do Taguspark da PT, que chegou a ser acusado de corrupção passiva para ato ilícito num contrato entre a empresa e o ex-futebolista Luís Figo, que envolveu a realização de um filme para a campanha de Sócrates. O apoio de Figo à campanha de José Sócrates, alegadamente, serviria de contrapartida a um contrato de publicidade que fez com o Taguspark no valor de 250 mil euros por ano. Rui Pedro Soares negou a relação entre as duas coisas e foi absolvido do caso em 2013.
Além de Rui Pedro Soares, também os empresários Adalberto Neiva Oliveira e Tiago Ferreira Neiva Oliveira doaram 25 mil euros.
Na lista de donativos de 2009, mas de valor inferior, figuram ainda Eurico Faustino Correia, empresário (5.000 euros); Jorge Armindo Carvalho Teixeira, presidente da Amorim Turismo e que foi nomeado em 2013 administrador não executivo da Soares da Costa (1.000 euros); José Cunhal Melero Sendim (2.500 euros); ArmandoVara, ex-ministro do PS, ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-vice presidente do BCP (2.500 euros) e Carlos Jorge Santos Ferreira, à época presidente do conselho de administração do Millennium BCP (2.500 euros).
Santos Ferreira e Armando Vara são aliás, dois dos nomes de banqueiros que fizeram donativos a partidos. Ao contrário do que acontece nas eleições presidenciais, em que muitos donativos foram feitos por membros da família Espírito Santo, no que às legislativas diz respeito, não aparece nenhum dinheiro dado por aquela família. Mas aparece o nome do banqueiro José Oliveira Costa. O ex-homem forte do BPN deu ao PS em 2005 o valor de 2.500 euros.
De qualquer modo, é bom registar que nem todos os partidos em todos os anos entregaram as listas de nomes de donativos ao TC.
Do setor bancário, apenas aparece o nome de Carlos Santos Ferreira, Armando Vara e de José Oliveira e Costa.
Já nas ofertas diretas ao partido surgem mais nomes de empresários de empresas familiares. É o caso de dois membros da família proprietária do Grupo Monte, dedicado sobretudo à construção civil de obras de infra-estruturas, saneamento básico e abastecimento de águas no Alto Minho. Alípio Gomes Monte e Manuel Gomes Monte, foram fiéis ao PS e deram (em 2004) 9.000 euros cada um. Nas contas de 2004, depois dos financiamentos da família Vasconcelos da Mota (os maiores contribuidores) aparece, com 9.100 euros, o empresário António Barroca, dono do Grupo Lena, empresa dedicada à construção civil que teve grande importância nas obras da Parque Escolar e que foi o grupo que assegurou contratos de maior volume depois de fazer parte de comitivas do anterior Governo à Venezuela de Hugo Chávez.

PSD é o que mais donativos recebe

O registo dos donativos recebidos é feito pelos partidos de forma diferente. O PS colocou durante anos grandes donativos nas contas das campanhas eleitorais e declarou quem eram as pessoas que davam dinheiro. Já o PSD tem grandes listas com donativos nas contas anuais referentes ao exercício do partido. Só em 2009, o partido registou, segundo as contas do Observador, 663 donativos acima de mil euros. Em 2005, tinha já registado um grande volume de donativos superiores a mil euros: 392 pessoas.
Dos três partidos, o PSD é, assim, não só o que mais nomes regista nas contas anuais como, consequentemente, o que mais recebe de doadores singulares: só em 2009, recebeu quase 2,7 milhões de euros.
donativos_contas_anuais (1)
O PSD estava na oposição em 2009, mas nem mesmo assim deixou de registar o valor mais alto em donativos de todos os partidos e referente a todos os anos consultados. Para esse montante contribuíram Carlos Marinho, empresário da área do turismo e imobiliário, com 15.000 euros, o valor mais elevado doado diretamente ao partido. Depois, aparece o casal Champalimaud, referido em cima e ainda o presidente da Simoldes, António da Silva Rodrigues, também referido em cima, o que leva a concluir que três dos seis melhores doadores ao PSD de Manuela Ferreira Leite acharam por bem doar também ao PS de José Sócrates.
O mesmo se passou em 2005 com Pedro Santana Lopes. Depois da dissolução da Assembleia da República no final de 2004 e da convocação de eleições para fevereiro de 2005, o partido registou vários donativos diretos, registados nas contas do PSD de 2005. E os principais quatro doadores, todos da família do Grupo Mota-Engil, doaram ao mesmo tempo ao PS.
Muitos donativos feitos em 2008 e 2009 ao PSD foram de pessoas que contribuíram ao mesmo tempo para outros partidos.
Ao longo dos anos, encontram-se nos maiores doadores ao PSD vários nomes de empresários, alguns deles desconhecidos como Hélder Alberto Martins Fialho, que deu dinheiro em 2004 e 2009.
Já no CDS a leitura é mais difícil de fazer. Em 2004 e 2005, não constam no processo as listas de nomes que fizeram donativos ao partido. Nas que foram entregues (2008 e 2009), António Silva Rodrigues, presidente da Simoldes foi quem deu um donativo maior, 10.600 euros, logo seguido de dois membros da família Mota: António Manuel Mota e Maria Manuela Mota, 10.500 euros cada.
Nas contas do CDS, apenas dois nomes aparecem como contribuindo duas vezes para o partido e são dois nomes desconhecidos: António Damasceno Silva foi o maior contribuidor para as contas do CDS nesses dois anos doando 10.100 euros em 2008 e 8.000 euros em 2009; e Emídio Deodato Farias Dias Silva, que doou 2.500 em 2008 e 3.000 euros em 2009.

De Belmiro a Tomás Taveira

Nas listas de mais de mil nomes que doaram acima de mil euros a partidos estão alguns nomes conhecidos do grande público, mas que deram dinheiro apenas esporadicamente. Foi o caso do patrão da SONAE, Belmiro de Azevedo que deu 4.000 euros ao PSD em 2009.
Dos grandes empresários, aparece ainda o presidente do Grupo Mello, Vasco Maria José de Mello, como doador do CDS em 2008 (10.000 euros).
Apesar de ser identificado como o arquiteto do cavaquismo, Tomás Taveira fez ofertas a partidos, mas não ao PSD. O nome do arquiteto lisboeta aparece nas listas do PS de 2004 e 2005 (1.000 euros).
Os partidos políticos são sobretudo financiados por empresários e menos por políticos. Nem José Sócrates, nem Manuela Ferreira Leite, nem Santana Lopes, Paulo Portas, Passos Coelho ou António Costa aparecem nas listas de donativos particulares. António José Seguro foi o único dos líderes que passaram pelos três partidos a fazer uma contribuição para o partido. Foi em 2005 e no valor de 1.500 euros.

Nota: Artigo corrigido com informação referente a José Cunhal Melero Sendim. Em vez de 25.000 euros deve ler-se 2.500 euros.

http://observador.pt/especiais/saiba-os-nomes-de-quem-financia-os-partidos/

Concurso internacional de curtas-metragens - We Art Water Film Festival

http://umbigomagazine.com/um/2015-10-06/concurso-de-curtas-metragens-we-art-water-film-festival.html

Concurso internacional de curtas-metragens
Muitos de nós por vezes nos debatemos se estaremos ou não a exagerar nos duches ou na água que acabamos por "desperdiçar" em casa. Por seu turno em muitos outros lugares do mundo, e devido à falta de recursos hídricos, muitos nem têm um copo de água para saciar a sede. Todos aqueles que tenham preocupações ambientais podem agora dar aso à imaginação e concorrer com uma curta-metragem ao We Art Water Film Festival. É a primeira vez que é apresentado em Portugal e irá premiar as melhores curtas de cariz social e ambiental.
Promovido pela Fundação We Are Water, a terceira edição deste concurso internacional de curtas-metragens tem como principal objectivo abordar a falta de recursos hídricos no mundo de uma forma diferente. O festival reconhece e premeia o talento de todos aqueles que, através da criação de obras cinematográficas com duração de 1 a 3 minutos, pretendam alertar a sociedade para esta problemática.
As curtas terão que estar relacionadas com a água ou saneamento e irão existir três categorias: micro-documental, micro-ficção e micro-animação. A inscrição e apresentação das curtas decorre até 26 de Fevereiro de 2016, sendo o anúncio dos finalistas e a cerimónia de entrega de prémios em Maio de 2016. O prémio para cada uma das categorias acima mencionadas é de €3000, havendo ainda o Prémio do Público no valor de €1000.
Podem participar todos os cidadãos maiores de idade, de qualquer nacionalidade e a partir de qualquer país que tenha especial sensibilidade para o cinema e para a problemática de acesso à água e saneamento no mundo e que, para além disso, queiram contribuir na difusão da mensagem da Fundação We Are Water. Para participar basta enviar a curta para a página: filmfestival.wearewater.org.
Vencedores 2013/2014:

domingo, 4 de outubro de 2015

Taika Waititi - The Art of Creativity



https://youtu.be/pL71KhNmnls

Entrevista INDIEWIRE:

http://www.indiewire.com/article/taika-waititi-on-the-art-of-the-absurdist-vampire-mockumentary-20150211?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=IW_post

domingo, 27 de setembro de 2015

Deep End (1970) Jerzy Skolimowski (Movie)

http://www.dailymotion.com/video/xls8gs_deep-end_shortfilms

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Beginnings: Marjane Satrapi

https://www.nowness.com/story/beginnings-marjane-satrapi?utm_source=FB&utm_medium=SM&utm_campaign=FB190815

'Unbreakable' FILM ANALYSIS - The Hero's Journey

https://vimeo.com/135784709

Japanese Band’s Google Street View Hyperlapse Music Video

http://www.booooooom.com/2015/08/13/video-of-the-day-japanese-bands-google-street-view-hyperlapse-music-video

domingo, 12 de julho de 2015

How to Sell a TV Show to Netflix

How to Sell a TV Show to Netflix


Photo of Liz Shannon MillerBy Liz Shannon Miller | IndiewireApril 1, 2015 at 2:58PM
Not every series that ends up on Netflix comes via the traditional studio system. Sometimes, the story is as indie as they come.
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Natalie Tena stars in "Residue."
Residue Ltd.Natalie Tena stars in "Residue."
While the spring of 2015 has been dominated by Netflix releasing high profile series after high profile series, "House of Cards," "Bloodline" and "Unbreakable Kimmy Schmidt" aren't the only new shows available now for streaming.
"Residue," created by John Harrison, premiered yesterday on Netflix with three 45 minute-long episodes. The genre series, starring "Game of Thrones" notables Natalie Tena and Iwan Rheon, tracks the aftermath of a devastating explosion on the city of London and the government conspiracy that might be concealing the truth. (Netflix users might expect to see it as a recommended pick if they've watched a lot of "The X-Files" or other genre programming.)
Via both phone and email, Indiewire got a step-by-step breakdown of how "Residue's" first season landed on the streaming giant, and what might happen next with the series.

Step 1: Think Up the Show

"Residue."
Residue Ltd."Residue."
"Residue" began life as an idea in Harrison's head. He then brought it to producer Charlotte Walls after a positive experience working with her on the horror film, "Clive Barker’s Book of Blood."
"When ['Book of Blood'] was finished and released, I went back to [Walls] and said, ‘Look, I have another idea that I really want to do and I’m bringing it to you first because I would love to work with you guys,'" he said. 
And Harrison had a huge amount of material for the idea. "The thing I had envisioned was quite a long story. The movie that I was pitching them was essentially the beginning of the mythology, and with success we would have the opportunity to do more, so television sounded really exciting to me, given how it has evolved over the past several years — the novelization of television. Also, many of the networks are really getting creatively engaged with genre material, which was not always true in the early 2000s and going back."

Step 2: Finance the Show

The actual story covered by the first three episodes of "Residue" is very different from Harrison's initial plan. After optioning and developing the material, producer Charlotte Walls came to Harrison with the idea — and more importantly, the money — for a project that would function, in Harrison's words, as "a proof-of-concept pilot."
"Whenever somebody says they have money for production, you have to take it!" -- John Harrison
"Whenever somebody says they have money for production, you have to take it!" he said. According to Walls, "Residue" found its funding via International Pictures Four, Screen Yorkshire and Green Screen Studios.
Because some of the money came from the UK, Harrison didn't direct — they had to make sure a certain percentage of the crew was British. "We hired a very young talented British director [Alex Garcia Lopez], who I had a great collaborative relationship with," he said.
"[Lopez] is so key to the project, which carries his signature style. He was the hook for Iwan Rheon, who he worked with on 'Misfits,'" Walls said.  
"If we get to the next group and I’m able to write them all and get them written before we get to production," Harrison said, "Then it would be easier for me to drop back into the director’s chair."

Step 3: Make the Show

Iwan Rheon in "Residue."
Residue Ltd.Iwan Rheon in "Residue."
How do you bring on board known players like Tena and Rheon? Harrison attributed that to the script, as well as its unconventional nature. "I think the combination of the material and the creative team attracted all the talent. I think everybody knew that we had great ambitions for this as well, so they wanted to get on board."
Those ambitions included an unconventional approach to the production, which led to a the project becoming both a TV show and a film. "When we got it into post-production our distributor, Content Media, took a look at it and said, 'Let’s... go straight to television,'" Harrison said. "So I wrote some additional scenes so we could pull, into these first three episodes, some of the bigger conspiracy themes. We shot those and re-edited them into the three hours that are now airing on Netflix."
"'Residue' is quite pioneering in that it is truly multi-format," Walls said. "We scripted, shot and cut the project as a movie, which was released theatrically in the UK on March 20, 2015 on a limited release. Whilst we were in post-production, we reviewed the material and decided to create the three-parter as well, which was then sold to Netflix in this format specifically."

Step 4: Get the Show to Netflix

"Residue."
Residue Ltd."Residue."
How did that happen? Well, when "Residue" was completed in its newfound form as a television show, distributor Content Media brought the show to the October 2014 MIPCON, a trade show held in Cannes that serves as a marketplace for international television. They also made sure that Netflix got a chance to see it in advance.
"That really began the sales pitch," Harrison said. "We had a number of entities who were interested in it, but Netflix wanted to take it off the table."
The show is now available for streaming in English-language territories; a global launch will roll out over the course of the year. In the meantime...

Step 5: Make More of the Show(?)


 It's really only the beginning of the story, according to Walls. "'Residue' Season 1 is really an extended pilot and should be thought of that way," she said. "Netflix don't necessarily do the Amazon-style pilot season. But 'Residue' is really more in that model where these first three chapters are live before the existence of a full season."
Thus the plan is to work towards a 10-episode second season, and Netflix already has the exclusive option on it. Walls did clarify that because 10 episodes is a larger commitment, there would have to be adjustments. "Any full season would always be more traditional in its financing as the overall budget would be so much greater," Walls said. "Netflix would be at the center of that finance plan from day one, hence the option."
But independent financing has some advantages, and Harrison was happy with the experience: "It’s a terrific thing for someone like me, because creatively I’m answering to my partners as opposed having to deal with a normal network structure. We made this without any interference from studios or networks. We were with the studio! That, to me, was really great."
"Residue" is now streaming on Netflix. 
Note: This article has been updated after publication with additional quotes and clarifications. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Man Uses Drone to Expose One of America's ‘Biggest Secrets’ Smithfield Foods

Smithfield Foods has a lot to answer for after a drone just exposed the vile environmental practices happening at one of its pig farms in North Carolina. Recently, filmmaker Mark Devries flew a drone over the hidden farm to see what was happening behind the thick forest cover surrounding it. Next to the warehouses packed with thousands of pigs, the drone spied a massive cess pool the size of four football fields.
According to a former local farmer, Don Webb, “It is a cess pool that you put feces and urine in a hole in the ground that you dump a toxic waste in.” All of the pig waste is collected in the warehouses and flushed into the giant pool large enough to accommodate the waste needs of a small city. What happens with the waste is even more disturbing.
The waste is emptied from the pool into gigantic garden sprayers strewn about the premises that spew a toxic mist into the air. When it catches wind, pellets of fecal matter and urine contaminate the neighboring communities. According to local resident, Elsie Herring, “You think it’s raining. We don't open the doors, windows but the odor comes in. It takes your breath away and then you start gagging, you get headaches.”